Empreendedorismo e liderança

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É muito comum vermos profissionais qualificados, mas desmotivados pelo estilo de gestão dos líderes da empresa. Ter um corpo de gestores alinhado às boas práticas de recursos humanos pode trazer grandes benefícios ao ambiente de trabalho, como maior produtividade e menor absenteísmo.
Muitas vezes, as ações e as habilidades desenvolvidas pelos bons líderes não recebem o devido valor em um dia a dia veloz e competitivo. Mas o capital humano vem ganhando importância dentro das organizações, agregando saúde ao corpo da empresa.

Um perfil de um bom líder empreendedor está muito mais voltado a conhecimentos comportamentais do que propriamente a regrinhas de habilidades técnicas de gestão.
Um bom poder de persuasão, a liderança pelo exemplo, a empatia, a capacidade de ouvir e de se dispor a ajudar e a sensibilidade emocional são ações mais envolventes e aceitas nas equipes do que somente usar uma mesma técnica formal para se dirigir a pessoas diferentes.
Estar atento às diferenças humanas, alinhá-las ao conhecimento profissional de cada um, se autoconhecer e ser um bom exemplo comportamental levará o líder ao objetivo da empresa com muito mais segurança e confiança.
Esse movimento fará com que os profissionais se sintam envolvidos, motivados e participativos, engajando esforços e confiança ao seu redor!
O que você, empreendedor, faz para motivar a sua equipe a alcançar as metas da empresa?

Fonte: Papo de Empreendedor

Estimule novas ideias!

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Já vi muitas iniciativas em empresas que, a meu ver, não deram em nada por conta da falta de estímulos convincentes e da falta de engajamento por conta dos colaboradores que participaram dessas ações.

Ainda penso que grande parte das pessoas que são inovadoras estão presas aos processos tradicionais de desenvolvimento de suas tarefas e isso as impede de pôr para fora todo o seu estímulo criativo. Muitas vezes, elas nem sabem que têm este lado por conta do ambiente que estão inseridas.

Já que essa condição não é algo obrigatoriamente ligado a uma área de trabalho específica, eu tenho quase certeza que isso tem mais a ver com o modo de lidar com a gestão dos negócios e das pessoas.

Pensando assim, como você, sendo um líder, pode estimular e criar um ambiente que gere insights e novas ideias que gerarão mudanças e inovação em seu ambiente?

Existem muitas áreas de negócios que dependem diretamente da geração de novas ideias e da criação de projetos únicos. Um exemplo disso são as empresas que atuam com publicidade e propaganda, marketing e criação.

Lembro-me de uma situação em que utilizei alguns artífices para estimular um grupo de profissionais a trabalharem em conjunto para resolver um determinado problema e percebi que alguns deles não tinham perfil para pensar fora de suas caixas e sentirem-se integrados e comprometidos na resolução do problema.

Mesmo tendo conseguido contornar a situação e extrair um resultado bem satisfatório, essa situação me levou a uma reflexão muito interessante que quero compartilhar com vocês: será que as pessoas estão preparadas para serem estimuladas a ter novas ideias e atuarem como agentes de mudanças para a implantação delas?

Mesmo com técnicas de integração, de estímulo e aplicando o bom e velho brainstorming, percebi que temos que saber escolher quem tem perfil para participar deste tipo de trabalho.

Entendo que a nossa motivação e a nossa consciência podem nos levar a pensar que a integração desse tipo de papel deve abranger um número diferenciado de perfis de profissionais em toda a organização. Cabe ainda entender que o tempo investido nesse tipo de projeto também interfere em outros fatores, como por exemplo, na gestão de custos de pessoas nas organizações e nos resultados de projetos em que elas estão envolvidas e em suas atividades mais operacionais.

Entendo perfeitamente e quero deixar claro que é importante pensar que, quanto mais diversificada essa equipe for, mais rico poderá ser o resultado do trabalho, mas não podemos perder o rumo da atividade a ser desempenhada.

Porém, volto a advertir as empresas, já que vejo que muitos destes projetos não são colocados em prática e isso acaba gerando um desconforto muito grande na equipe que participou de sua concepção.

Então, quero fechar levando a seguinte reflexão: Você está disposto a inovar? A mudar? A sair de sua zona de conforto? Está disposto a ter pessoas mais engajadas e que se sentem como parte do time dos seus projetos? Está realmente convencido da importância da participação de seus colaboradores na concepção das ideias e da tomada de decisões de algum tipo de projeto?

Pois bem, entendo que a colaboração e a cocriação sempre existiram, mas sinto que hoje estamos cada vez mais próximos delas se tornarem obrigatoriedade nas decisões mais estratégicas de nossos negócios. Afinal, as empresas que assumirem uma abordagem mais centrada no ser humano, tanto para fora quanto para dentro, já estarão inovando sem perceber.

Por, Francisco Albuquerque – Fonte: HSM – www.hsm.com.br

A questão da auto-exclusão no mercado de trabalho

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Quando eu tinha lá meus dezoito anos e estava concluindo o ensino médio, se alguém me perguntasse o que eu acharia de me formar em Direito na universidade pública mais respeitada na época, que era uma carreira que eu tinha em mente naquela ocasião, certamente eu responderia que nem poderia pensar nisso e que seria impossível para eu ter um diploma daquela instituição. Porque seria impossível? Porque eu não tinha condições financeiras para me preparar para um curso desses, porque eu não estaria em condições de disputar uma vaga naquela universidade, e que somente estudantes muito inteligentes poderiam ocupar as vagas oferecidas.

Puro sentimento de auto-exclusão. O que aconteceu comigo é o que acontece com muitos jovens ainda nos dias de hoje. E minha atitude não era para atrair a compaixão de outras pessoas ou para mostrar uma falsa modéstia. Era verdade, eu sentia mesmo essa sensação de que aquilo não era “pro meu bico” e mudei para outra carreira em outra instituição.

Verdade também que a mesma coisa aconteceu poucos anos mais tarde quando um colega de trabalho me disse que ele havia sido aprovado na seleção de um processo seletivo para ser trainee de uma consultoria multinacional e me perguntou por que eu também não me inscrevia para o próximo processo e eu respondi espantado que aquilo era apenas para estudantes de universidade respeitada como aquela onde ele estava se formando. Mas fui tentar depois e tive sucesso.

Esses exemplos pessoais acima eu cito para lembrar que a gente nunca pode se auto-excluir de nada, seja de uma carreira, seja de uma promoção interna, seja de uma disputa por qualquer coisa.

Por que você acha que não merece ocupar o cargo de maior responsabilidade na sua organização? Será por que o diploma deles vale mais do que o seu? Será por que a sua pele é diferente dos demais? Por que você mora na periferia e seus colegas moram em locais de glamour? Por que eles têm um carro e você anda de condução ou têm um carro melhor do que o seu? Por que eles têm um sobrenome que soa melhor que o seu?

Você já parou para pensar em quantos casos assim existem dentro das organizações? E já pensou também o que aconteceria se todos se auto-excluíssem, achando que não têm condições de qualquer merecimento?

Se os meus exemplos acima não forem suficientes e/ou muito convincentes para você, assista, se é que ainda não assistiu, ao filme com o Will Smith “À procura da Felicidade” e você melhor idéia ainda do que estou falando.

O fato é: nunca se desmereça em relação a outros concorrentes a um determinado desejo, a uma vaga, a um status, ainda que as condições e exigências pareçam impossíveis. Se quiser algo, batalhe para conseguir. Sempre haverá um espaço para você e ainda que pareça que tudo conspire contra você e que pareça demorar um pouco mais.


Por, Nelson Fukuyama – Fonte: www.dicasprofissionais.com.br.

Dicas para melhorar os relacionamentos em 2012

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Agradecer
Escreva palavras de afirmação e agradecimento aos colaboradores. Palavras escritas têm a vantagem de poderem ser lidas repetidas vezes.

Ouvir
Todo relacionamento exige atenção solidária com o objetivo de entender os pensamentos, sentimentos e desejos da outra pessoa. Aprender a ouvir pode ser tão difícil quanto aprender uma língua estrangeira, mas é necessário quando queremos valorizar as pessoas.
Dicas para saber ouvir:
1. Olhe nos olhos de seu colaborador enquanto ele estiver falando.
2. Não se ocupe com outra coisa quando seu colaborador estiver falando.
3. Mostre sensibilidade quanto aos sentimentos dele.
4. Observe a linguagem corporal.
5. Dê a ele total atenção. Evite interrompê-lo.

Presentear
Você precisa estar pensando em alguém para resolver entregar um presente. E esse presente, por si, é um símbolo desse pensamento. Não importa quanto custou – o importante é ter pensado na pessoa.

Dedicar mais tempo
Decepções fazem parte da vida. Todos os seres humanos passam por épocas de crise. A morte dos pais é inevitável, acidentes de carro produzem sequelas e matam milhares de pessoas todos os anos, doenças não respeitam ninguém. Poucas vezes podemos mudar as circunstâncias, mas podemos superá-las mais facilmente se sentimos que não estamos sós e que podemos contar pelo menos com a presença física de outras pessoas. Visitar um subordinado num momento de dor, para prestar nossa solidariedade, é um ato que talvez jamais seja esquecido.

Realizar atos de serviço
Em função das mudanças sociológicas ocorrida nos últimos trinta anos, não há mais espaço para o comportamento “manda quem pode e obedece quem precisa”. A função do líder é mais de apoio à equipe do que de controle. O chefe controlador e mandão vem sendo gradativamente substituído pelo líder servidor.

Se achou simples essas dicas, comece já e revolucione os relacionamentos em 2012!

Por, Soeli de Oliveira é consultora e palestrante nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação do Instituto Tecnológico de Negócios. Fonte: Gestão de Carreira – www.gestaodecarreira.com.br

É preciso sonhar!

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