Valor aos Humildes

mulherDurante meu primeiro ano da faculdade, nosso professor nos deu um questionário. mulher

Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar à última:

“Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?”.

Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes.

Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?

Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.

“É claro!”, respondeu o professor. “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas.

Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples “alô”.

Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.

Você pode e deve ser importante, mas o mais importante é o respeito ao próximo e o valor que você dá aos humildes.

Fonte desconhecida

Envelheço

Envelheço quando me fecho para as novas idéias e me torno radical…Reflexão

Envelheço quando o novo me assusta e minha mente insiste no comodismo…

Envelheço quando meu pensamento abandona a casa e retorna sem nada…

Envelheço quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar…

Envelheço quando penso muito em mim mesmo e me esqueço dos outros…

Envelheço quando penso em ousar mas temo o preço da ousadia…

Envelheço quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma…

Envelheço quando tenho chance de amar mas vence o medo de arriscar…

Envelheço quando paro de lutar…

Fonte Otimismo em Rede

África – reflexão

Homenagem a Nick – Exemplo de Vida!

Os Extremos na Educação – Pais e Filhos

Constatação… somos as primeiras gerações de pais decididos  a não repetir com os filhos os erros de nossos pais.
E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas”, ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.

Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro.
Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.

Os últimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que temem os filhos.
Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E o que é pior, os últimos que respeitaram os pais e os primeiros que aceitam que os filhos lhes faltem com o respeito.

À medida que o permissivo substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam as suas ordens e os tratavam com o de devido respeito.
E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais.

Mas, à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, e, ainda que pouco, os respeitem.
E são os filhos quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.

Quer dizer, os papéis se inverteram, e agora são os pais que têm de agradar seus filhos para ganhálos e não o inverso, como no passado.
Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem melhores amigos e “tudo dar” a seus filhos. Dizem que os extremos se atraem.

Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos com eles.

Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão.
Se o autoritarismo suplanta, a permissividade sufoca.

Apenas uma atitude firme e respeitosa lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.

É assim que evitaremos o afogamento das novas gerações no descontrole e tédio no qual afundado uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetro nem destino. Os limites abrigam o indivíduo, com amor limitando e profundo respeito.
Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e as primeiras de pais que obedecem a seus filhos.

Fonte desconhecida

Como Anda Seu Tempo ?

Stresse

Você  é daquelas pessoas que está sempre sem tempo? Daqueles profissionais que sempre estão com mil coisas atrasadas…? Bem isso é bastante comum nos dias de hoje: não termos tempo para nada ou então termos mais compromissos do que podemos atender.

Apesar de normal esta não é uma situação que você deva aceitar e contribuir.
Existem maneiras de aperfeiçoar seu tempo:  estipular prioridades é fundamental, evitar perder tempo com coisas supérfluas, limitar tempo de ligações telefônicas, evitarem receber demasiadas pessoas no local de trabalho e por aí vai…

Nós acabamos contribuindo em muito para a nossa própria falta de tempo.
Não planejamos  o dia, não limitamos  nosso tempo de realizar as coisas, não nos impomos horários  e isso tudo junto acaba gerando uma desorganização que se traduz no final de uma jornada de trabalho em:
atrasos, tarefas por cumprir, perda de prazos, estresse, desmotivação, infelicidade.

Para termos mais tempo é preciso antes de tudo respeitar o tempo das outras pessoas. Se você vai fazer uma visita comercial, seja breve.
Não pense em ficar muito tempo sentado na frente do cliente porque hoje em dia todos têm pressa. Quando estiver em situação contrária e for o cliente, da mesma forma não deixe seu fornecedor esperando, atenda-o e seja breve. Respeito é o primeiro passo para administrar o tempo.

Outra situação em que perdemos tempo demais são as reuniões. Quanto tempo desperdiçado!  Para uma reunião produtiva, fazemos dez desnecessárias e elas acabam com o nosso dia.

Se perdermos muito tempo em reuniões, obviamente deixará outras atividades sem executar e daí começamos a sofrer por não dar conta de tantas atribuições.

Pare e pense! Onde estou perdendo meu tempo? O que faço para aperfeiçoar minhas atividades diárias? Não estou perdendo o foco? Conversando demais fora de hora ou me perdendo em conversas paralelas ou respondendo e-mails?  Algum segredo tem. Em alguma situação do dia-a-dia você está se perdendo e isso é certo como 2+2 é igual a 4.

Não tem mistério, descubra por onde seu tempo se esvai e você verá que ajustando alguns pontos você poderá colocar suas atividades nos eixos e dar conta perfeitamente de suas atribuições.

Autora Simone Castillo

Qual é o tamanho do seu problema ?

Nick – Exemplo de Vida – Uma Vida sem Barreiras

Ofereça uma causa,não apenas empregos

Dentre tantas dúvidas, uma certeza parece recorrente: as empresas vencedoras serão aquelas que souberem montar verdadeiras fábricas de líderes. Terão de fabricar não apenas produtos de qualidade, mas principalmente líderes de qualidade!

Mas, como fazê-lo?

Assim como os times de futebol têm dificuldade em manter seus melhores jogadores, as empresas também estão tendo dificuldade reter talentos. Uma das razões é que esses possuem valores e atitudes muito diferentes sobre o trabalho e sobre a vida em geral.

Aqueles que despontam nas posições de linha de frente das empresas defronta-se com um mundo mais volátil. Isso não é apenas fruto da globalização e dos avanços tecnológicos. A volatilidade reside principalmente no sistema de valores.

Sua autoridade para liderar não será mais proveniente do cargo que você ocupa, nem do seu poder de manipular informações. Na era eletrônica, as pessoas podem saber em tempo real o que está ocorrendo, o que está sendo decidido. São transformações que alteram profundamente o exercício da liderança. Liderar quando se está de posse exclusiva de informações importantes é uma coisa. Liderar quando todos sabem de tudo ao mesmo tempo é muito mais complicado.

As pessoas tendem a se identificar cada vez menos com qualquer empresa específica. Pensam mais como profissionais independentes e sabem que podem se mover com uma velocidade proporcional ao seu talento – quando não se sentem felizes onde estão. A lealdade será cada vez mais à própria carreira. E às causas nas quais acredita. Não mais ao chefe nem à empresa como no passado.

Você, para ser um líder eficaz, precisará oferecer causas, em vez de empregos. Precisará criar um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Trata-se de ir muito além de metas e objetivos para serem atingidos no ano em curso.

O papel do líder eficaz será o de estimular as pessoas a sentirem que fazem parte de algo nobre, muito além da simples troca do trabalho por remuneração. E a superar situações indesejadas ou inesperadas.

O líder eficaz oferece às pessoas aquilo que mais desejam: uma bandeira, uma razão para suas vidas. Esclarece como objetivos e metas de curto prazo são fundamentais para a causa comum. Parte do princípio de que as pessoas comprometem-se emocionalmente com
objetivos e metas quando entendem o porquê das ações. Comunica constantemente a causa e a estratégia usando todos os meios possíveis. Acredita que as pessoas estão dispostas a oferecer o melhor de si e até mesmo a fazer sacrifícios, desde que conheçam o Porquê.
Nietsche já dizia que ?quando conhecemos o porque, suportamos o Como?.

Luis Seabra (Natura), Eduardo Bom Angelo (Brasilprev), Ivan Zurita (Nestlé), Zilda Arns (Pastoral da Criança), Carlos Ghosn (Nissan), Thobias (Vai Vai) e o treinador da seleção brasileira de vôlei Bernardinho são exemplos de líderes brasileiros que sabem oferecer causas que transcendem as tarefas cotidianas e enobrecem a contribuição das pessoas.

Oferecer uma causa, uma bandeira, em vez de empregos é uma das marcas registradas dos líderes vencedores. Você tem de evitar de atuar no novo jogo da liderança usando as velhas regras da era do comando. Isso está ficando tão fora de moda quanto o cartão de ponto, que foi útil nos tempos da economia industrial, quando a presença física era a forma de medir a produtividade das pessoas.

Por César Souza (presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante)


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