Ai que preguiça que me dá

Quantas vezes você ouviu alguém dizer: ai que preguiça de levantar cedo; ai que preguiça de ir para a academia; ai que preguiça deDeixe a preguiça de lado fazer algo que não gosto ou que gosto…

A preguiça é algo que incomoda muita gente, principalmente quem não está com preguiça. Preguiça leva a mais preguiça. Já percebeu como é contagiante? Aqueles dias onde não fazemos nada parecem que dá mais preguiça.

No Wikipédia encontrei a seguinte definição: “A preguiça pode ser interpretada também como aversão ao trabalho, negligência, indolência, morosidade, lentidão, pachorra, moleza, dentre outros.

O preguiçoso, conforme o senso comum é aquele indivíduo avesso a atividades que mobilizem esforço físico ou mental. De modo que lhe é conveniente direcionar a sua vida a fins que não envolvam maiores esforços.

A preguiça é algo que pode ser combatido e pode ter motivações psicológicas ou fisiológicas.”

Combater a preguiça é algo que gera esforço, dedicação, tempo e tudo isso vai contra o princípio da preguiça. Por isso, é difícil quebrar o círculo vicioso que se forma em torno da preguiça.

É algo que depende quase exclusivamente da própria pessoa. Por mais que alguém tente estimular, criar motivação ou incentivo… Se não houver um impulso interno, uma disposição pessoal para reagir… nada feito.

Portanto, sempre que der aquela sensação de preguiça não se deixe abater. Procure agir ou ter pensamentos que estimulem a não se acomodar. Pense nos resultados de suas ações e o que elas podem provocar de positivo. Reaja. Inove, mude, faça diferente. A mudança é um ótimo fator de desacomodação e evita a preguiça.

Fonte : http://palestranterogeriomartins.blogspot.com


Além da Gestão Tradicional

Além da Gestão Tradicional

Com o crescimento do interesse pelo tema empreendedorismo, tem se ampliado também os estudos por ferramentas que auxiliem os empreendedores a obter sucesso. Isso porque, no caso de empreendimentos em fase inicial, muitas vezes as ferramentas tradicionais de gestão não conseguem suprir as necessidades.

Durante a palestra “As competências empreendedoras contribuindo para o sucesso de empresas incubadas: indo além das ferramentas de gestão”, discutiu-se a possibilidade de buscar novas competências que atendam a problemas específicos desta das MPE´s (micro e pequenas empresas).

“As MPE´s sofrem muito com a fase inicial. E a necessidade leva os empreendedores a trabalhar com outras dimensões que não a simples aplicação do plano de negócios”, explicou o pesquisador Fernando Paiva Júnior, um dos autores do estudo.

O estudo procurou ver de que maneira se aplicam as sete características típicas dos empreendedores de sucesso (conheça mais sobre elas neste texto) na gestão de empresas incubadas. Como resultado, constatou-se que elas são mais presentes no dia-a-dia destas empresas do que as ferramentas clássicas de gestão.

“A gestão clássica tem limitações no sentido de construção de cenários. Enquanto não conseguirmos formar os novos empreendedores com essas competências empreendedoras, eles terão dificuldade de inserção em mercados hostis”, afirmou Paiva Júnior.

De acordo com ele, o mais importante é que o empreendedor aprenda com os seus erros e crie um capital intelectual capaz de lhe dar uma vantagem competitiva no futuro. A partir disso, criar novas competências para enfrentar a competição do mercado.

“Ainda prevalece a formação voltada para as ferramentas de gestão e isso é algo limitado do ponto de vista da dinamicidade do mercado. É preciso ter coragem para repensar os processos”, disse. “Essas novas competências não esgotam a possibilidade de surgimento de outras. No caso das empresas incubadas, cabe à incubadora incentivar essa criatividade.”

Por Renato Marques, de Salvador (BA)

O Amigo


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