Quantas vezes você ouviu alguém dizer: ai que preguiça de levantar cedo; ai que preguiça de ir para a academia; ai que preguiça de
fazer algo que não gosto ou que gosto…
A preguiça é algo que incomoda muita gente, principalmente quem não está com preguiça. Preguiça leva a mais preguiça. Já percebeu como é contagiante? Aqueles dias onde não fazemos nada parecem que dá mais preguiça.
No Wikipédia encontrei a seguinte definição: “A preguiça pode ser interpretada também como aversão ao trabalho, negligência, indolência, morosidade, lentidão, pachorra, moleza, dentre outros.
O preguiçoso, conforme o senso comum é aquele indivíduo avesso a atividades que mobilizem esforço físico ou mental. De modo que lhe é conveniente direcionar a sua vida a fins que não envolvam maiores esforços.
A preguiça é algo que pode ser combatido e pode ter motivações psicológicas ou fisiológicas.”
Combater a preguiça é algo que gera esforço, dedicação, tempo e tudo isso vai contra o princípio da preguiça. Por isso, é difícil quebrar o círculo vicioso que se forma em torno da preguiça.
É algo que depende quase exclusivamente da própria pessoa. Por mais que alguém tente estimular, criar motivação ou incentivo… Se não houver um impulso interno, uma disposição pessoal para reagir… nada feito.
Portanto, sempre que der aquela sensação de preguiça não se deixe abater. Procure agir ou ter pensamentos que estimulem a não se acomodar. Pense nos resultados de suas ações e o que elas podem provocar de positivo. Reaja. Inove, mude, faça diferente. A mudança é um ótimo fator de desacomodação e evita a preguiça.
Fonte : http://palestranterogeriomartins.blogspot.com
